terça-feira, 5 de abril de 2011
Lutar Não é Crime: GÊGÊ LIVRE!!!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Movimentos Sociais realizam ato pela democratização da Assembléia
Criado em 2000, com ampla participação dos movimentos sociais, o EFTA é fruto de uma parceria entre sociedade, Assembléia Legislativa do Ceará (AL – CE), Universidade e a OAB que se tornou uma referencia nacional como modelo de prática da Assessoria Jurídica Popular, um campo do direito que trabalha com as dimensões do acesso a justiça e de demandas de grupos organizados em busca a efetivação de direitos fundamentais. A notícia da reformulação do Escritório, no início de março, trouxe desconfiança por parte dos que ajudaram a construí-lo, pois alegam não haver uma discussão democrática com a sociedade sobre como deve ser sua reestruturação e como ficam os processos acompanhados por ele neste momento.
De forma arbitrária, os advogados foram exonerados sem aviso prévio, e somente depois da pressão dos movimentos sociais a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC), responsável pelo EFTA na AL - CE, decidiu receber a sociedade para iniciar um diálogo sobre a questão. Entretanto, já foi publicado no diário oficial, o formato da nova seleção de advogados e a CDHC apresentou projeto de lei com a reformulação do Escritório que em seu texto exclui Assessoria Jurídica Popular como um princípio de sua atuação.
Diante desse contexto, Pastorais Sociais, Organizações Não Governamentais, Professores Universitários, movimentos sociais e comunidades assessoradas pelo EFTA vêm provocar a Assembléia Legislativa do Ceará para juntas construir um debate sobre a garantia de direitos. O desejo é que a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania reconheça a história de lutas no Ceará, agregando essa vivência na consolidação de ferramentas que dialoguem com o direito à cidade, à liberdade religiosa, à democratização da comunicação, aos direitos das mulheres, de homossexuais, de populações tradicionais, da infância e juventude, e demais grupos que consigam organizar com legitimidade para reivindicar seus direitos.
SERVIÇO
O QUÊ: “Em defesa das conquistas: por uma Assembléia Legislativa comprometida com as pautas populares”
DATA: 05 DE ABRIL
HORA CONCENTRAÇÃO: 8HS
LOCAL: PRAÇA DA IMPRENSA, com saída em passeata até a Assembléia
CONTATOS
Igor Moreira, Advogado da Rede Nacional de Advogados/as Populares – Renap –Ce, ex-advogado do EFTA e militante do Movimento de Conselhos Populares - MCP: 85 8736.2687
Jeovah Meireles, Professor do Curso de Geografia da Universidade Federal do Ceará, membro da Rede Brasileira de Justiça Ambiental e do Fórum em Defesa da Zona Costeira do Ceará: 85 9612.8617
Nádia Bortolloti, Assessora jurídica do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca): 8702-1419/ 3252-4202
Pe. Marcos Passerine, Coordenador da Pastoral Carcerária: 85 9998.7606
Assessoria de comunicação
Camila Garcia, Assessora do Instituto Terramar, entidade membro do Fórum em Defesa da Zona Costeira: 85 8818.8267/ 3226.2476
sábado, 2 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
PSOL realiza audiência pública em defesa de Gegê em SP
quarta-feira, 30 de março de 2011
Batismo popular em Fortaleza
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/03/489365.shtml
sábado, 26 de março de 2011
liberdade para Gegê-Nota da Intersindical
Está em curso um processo de criminalização dos movimentos e lutadores sociais. Nos próximos dias 04 e 05 de abril vai a júri popular, em São Paulo, o companheiro Gegê, dirigente do Movimento de Moradia do Centro, e antigo militante das lutas sociais.
Gegê será julgado por um crime que não cometeu. Querem lhe imputar um crime por conta da sua luta pela moradia e outros direitos fundamentais. Mas lutar não é crime, é um direito. E numa sociedade em que milhões de pessoas sobrevivem em moradias precárias, lutar é mais que um direito, é um dever daqueles que querem uma sociedade justa. E é isso o que sempre fez o companheiro Gegê.
A Intersindical se solidariza com o companheiro e se coloca ao lado daqueles que exigem sua liberdade e seu direito de seguir na luta dos trabalhadores.
Coordenação Nacional da Intersindical
