"Palhaçada!Palhaçada! Palhaçada! Ronda cultural é meu ovo!!!! os infelizes que inventaram isso devem ser banidos do hip-hop!!!!!". Essa é a revolta do PR Expressão, fundador e lider do grupo de rap "Expressão de Rua".Oriundo da Zona
Oeste,Pirambú, Fortaleza.Trabalhando no disco solo para 2010 - CONTUNDENTE.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
1º de maio na Granja Lisboa
sábado, 1 de maio de 2010
1º de maio classista de Fortaleza
O primeiro de maio classista de Fortaleza, 2010, reuniu centenas de militantes dos movimentos sindicais, populares, estudantis e partidos de esquerda (PSOL, PCB E PSTU). O ato de protesto contra o capitalismo foi marcado com uma passeata que iniciou às 8 horas, na Praça da Cruz, no bairro Serrinha, com uma rápida parada no terminal de Parangaba em solidariedade a campanha salarial dos trabalhadores rodoviários do Ceará e concluiu na praça poliesportivo de Parangaba.


quarta-feira, 28 de abril de 2010
STJ reconhece adoção por casal homossexual no RS
Em uma decisão histórica, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça
(STJ)
reconheceu por unanimidade a adoção de crianças por um casal homossexual
de Bagé
(RS). A Justiça gaúcha já havia considerado a união homoafetiva em
questão como
uma família e autorizado que as duas crianças adotadas fossem
registradas com os
nomes das duas mães. O Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul,
no
entanto, recorreu da decisão, o que levou o caso ao STJ, em 2006.
"Não se pode supor que o fato dos adotantes serem duas mulheres possa causar algum dano (à formação das crianças), dano ao menor seria a não adoção", disse o ministro João Otávio de Noronha, presidente da 4ª Turma. Ao criticar a atuação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, ele afirmou que o MP devia ter considerado o interesse das crianças.
Segundo ele, o entendimento não era uma preferência a heterossexuais ou homossexuais, e sim para aquilo que "for melhor para as crianças".
O ministro destacou o fato de esta ser a primeira vez que o STJ julga recurso sobre adoção por casal homossexual. "Nesses casos, há de se entender que o interesse é sempre do menor, e o interesse dos menores diante da melhoria da situação social é a adoção."
"Não se pode supor que o fato dos adotantes serem duas mulheres possa causar algum dano (à formação das crianças), dano ao menor seria a não adoção", disse o ministro João Otávio de Noronha, presidente da 4ª Turma. Ao criticar a atuação do Ministério Público do Rio Grande do Sul, ele afirmou que o MP devia ter considerado o interesse das crianças.
Segundo ele, o entendimento não era uma preferência a heterossexuais ou homossexuais, e sim para aquilo que "for melhor para as crianças".
O ministro destacou o fato de esta ser a primeira vez que o STJ julga recurso sobre adoção por casal homossexual. "Nesses casos, há de se entender que o interesse é sempre do menor, e o interesse dos menores diante da melhoria da situação social é a adoção."
Ofensiva nesse momento
A prefeitura de Kassab e a Polícia militar preparam a ofensiva nesse
momento.
Cortaram a luz da ocupação Terra Livre - de 100 famílias em um terreno na Zona Leste de São Paulo.
O terror psicológico voltou.
Rogamos por apoio e moções dos companheiros.
Essa luta é revolucionária!
Cortaram a luz da ocupação Terra Livre - de 100 famílias em um terreno na Zona Leste de São Paulo.
O terror psicológico voltou.
Rogamos por apoio e moções dos companheiros.
Essa luta é revolucionária!
informe Terra Livre
TERRA LIVRE
movimento popular do campo e
da cidade
Secretaria Comunicação
secretaria@terralivre.org
www.terralivre.org
|
|
INFORME
– 18 de Abril de 2010
|
TERRA LIVRE-SP: 100
famílias ocupam terreno na
Zona Leste de São Paulo
Na luta, na luta, nós
vamos resistir
Na luta, na luta, nós
vamos resistir
Pela nossa casa, pela
moradia
Pela Terra Livre,
lutaremos todo dia!
Na
madrugada de 17 para 18 de Abril de 2010, cerca de 100 famílias
organizadas no TERRA LIVRE – movimento popular do campo e da cidade,
ocuparam um terreno na Zona Leste de São Paulo. Esta é uma ação
organizada pelas vítimas das enchentes de dezembro de 2009 e janeiro de
2010, causadas pelo governo estadual ao realizar o fechamento das
comportas da barragem da Penha.
Queremos
denunciar à toda sociedade que as enchentes não são uma catástrofe
natural, mas o manejo das comportas das barragens do rio Tietê, numa
política planejada do governo e da prefeitura para facilitar a retirada
de famílias para a construção do Parque Linear Várzeas do Tietê.
Não
é admissível a política atual de retirar as famílias de seus lares para
que as mesmas famílias paguem para morar o resto de suas vidas. Ou que
em troca recebam uma bolsa-aluguel de R$ 300 por seis meses.
Reivindicamos do governo estadual e da prefeitura uma real política de
habitação, em que as famílias que perderam suas casas recebam outra no
lugar.
Fazemos
um chamado às pessoas e entidades comprometidas com as lutas populares.
Precisamos de apoio material e político em mais esta luta. Nós,
trabalhadores e trabalhadoras atingidos pelas enchentes não deixaremos
nossa situação cair no esquecimento. Lutaremos até o fim por uma moradia
digna e por uma sociedade mais justa e igualitária.
Aqui
estão as famílias vítimas das enchentes do governo Serra, que perderam
tudo menos a coragem de lutar!
Uma casa por outra!
Queremos moradia digna!
Reforma Urbana Já!
TERRA LIVRE – movimento
popular do campo e da cidade
Regional São Paulo
11-7379 8860 – Vagner
11-7362 2841 – Zélia
11-7487 2925 – Marcio
terça-feira, 27 de abril de 2010
Sétimo dia sem Zé Maria
Hoje, 27
de abril de
2010, às 17h00min no acampamento do MST no INCRA em Fortaleza celebração
de sétimo
dia pela morte do companheiro Zé Maria.
domingo, 25 de abril de 2010
Plínio Sampaio: ‘Esse é o boné da libertação do Brasil’
Plínio Sampaio criticou a recusa da pré-candidata do PT, Dilma Roussef, em usar o
boné do MST.
"Esse é o boné da libertação do Brasil”, disse Plínio.
Pré-candidato do PSOL à Presidência da República, Plínio foi relator do projeto de reforma agrária do governo João Goulart, em 1963/64, e coordenou a elaboração do segundo Plano Nacional de Reforma Agrária, no início do governo Lula.
"Esse é o boné da libertação do Brasil”, disse Plínio.
Pré-candidato do PSOL à Presidência da República, Plínio foi relator do projeto de reforma agrária do governo João Goulart, em 1963/64, e coordenou a elaboração do segundo Plano Nacional de Reforma Agrária, no início do governo Lula.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Dilma critica invasões e diz que não vai vestir o boné do MST
TAI NALON
A pré-candidata petista ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, criticou nesta terça-feira (20) as recentes invasões do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) durante a onda de protestos do "abril vermelho".
Em entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco, a ex-ministra disse que não concorda com ações como a de ocupar prédios públicos --aos moldes das realizadas ontem por grupos de sem-terra nas sedes do Incra de cidades como Brasília, Rio, João Pessoa, Teresina e Belém.
Segundo ela, quem está no governo não pode assumir posição porque precisa defender a legalidade. "Governo é governo e movimento social é movimento social", insistiu. Dessa forma, disse ela, não vestiria o boné do MST como Lula fez em diversas ocasiões durante seu mandato. Ela afirmou, mesmo assim, que o governo Lula "instituiu a paz no campo".
Dilma também polemizou sobre os recentes movimentos grevistas de São Paulo e alfinetou episódios de enfrentamento entre manifestantes e policiais no Estado. Afirmou que "não é certo" tumultuar a vida de pessoas que não são responsáveis pelas políticas públicas nem paralizar cidades e impedir o trânsito.
A ex-ministra ainda completou afirmando que não concorda com políticas de enfrentamento. "Não sou a favor de quando o movimento está fazendo uma manifestação pacífica e legal haver repressão a ele."
colaboração para a Folha
A pré-candidata petista ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, criticou nesta terça-feira (20) as recentes invasões do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) durante a onda de protestos do "abril vermelho".
Em entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco, a ex-ministra disse que não concorda com ações como a de ocupar prédios públicos --aos moldes das realizadas ontem por grupos de sem-terra nas sedes do Incra de cidades como Brasília, Rio, João Pessoa, Teresina e Belém.
Segundo ela, quem está no governo não pode assumir posição porque precisa defender a legalidade. "Governo é governo e movimento social é movimento social", insistiu. Dessa forma, disse ela, não vestiria o boné do MST como Lula fez em diversas ocasiões durante seu mandato. Ela afirmou, mesmo assim, que o governo Lula "instituiu a paz no campo".
Dilma também polemizou sobre os recentes movimentos grevistas de São Paulo e alfinetou episódios de enfrentamento entre manifestantes e policiais no Estado. Afirmou que "não é certo" tumultuar a vida de pessoas que não são responsáveis pelas políticas públicas nem paralizar cidades e impedir o trânsito.
A ex-ministra ainda completou afirmando que não concorda com políticas de enfrentamento. "Não sou a favor de quando o movimento está fazendo uma manifestação pacífica e legal haver repressão a ele."
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Gilvan Rocha, presidente CAEP e diretório PSOL Ce



