quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Urbanista Raquel Rolnik, participa hoje às 22h na #posTV

Urbanista Raquel Rolnik, relatora da ONU, responde suas perguntas hoje às 22h na #posTV


Hoje às 22h temos o orgulho de receber no estúdio da #posTV na Casa Fora do Eixo a urbanista Raquel Rolnik. Professora da FAU-USP e relatora especial da ONU para o Direito à Moradia Adequada, Raquel é referência mundial em qualquer debate que envolva cidades, seus problemas e soluções. Voltou há poucos dias de um giro de duas semanas entre Jerusalém, Tel Aviv, Gaza e Sderot, última de suas várias missões como relatora. A urbanista foi ainda diretora de Planejamento da cidade de São Paulo (1989-1992), coordenadora do Instituto Pólis e secretária nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades. De discurso fácil e direto ao ponto, Raquel estará pronta para responder às suas perguntas no programa Desculpe a Nossa Falha –com apresentação de Lino Bocchini– logo mais às 22h. A transmissão será por nesse link. Divulgue, participe!

Fonte:http://desculpeanossafalha.com.br/urbanista-raquel-rolnik-da-onu-estara-hoje-ao-vivo-as-22h-no-estudio-da-postv/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

10 agentes em estágio probatório são exonerados por greve | Fortaleza | O POVO Online

10 agentes em estágio probatório são exonerados por greve | Fortaleza | O POVO Online

Dez trabalhadores em estágio probatório são exonerados por greve em Fortaleza pela prefeita petista Luizianne Lins. O Partido dos Trabalhadores ao invés de defender os interesses da classe trabalhadora faz é reprimi-la. TRISTE!

Nota de apoio da INTERSINDICAL a luta dos servidores municipais de Fortaleza.

http://intersindical.inf.br/noticias_det.php?id=547

VIVA A LUTA DOS SERVIDORES DE FORTALEZA - Nenhuma punição aos que lutam por seus direitos

A greve dos servidores municipais de Fortaleza, reunindo até agora os setores da saúde, transportes, limpeza urbana e também do pessoal da Usina de Asfalto, é um exemplo de luta e de organização.
Em campanha salarial desde inicio de janeiro, os servidores vão engrossando o movimento, inclusive com atividades conjuntas, comandadas pelo SINDFORT, como a passeata de 16 / 02, que reuniu cerca de 1.500 trabalhadores e culminou com um grande ato no Paço Municipal.


É preciso fortalecer e ampliar a greve dos servidores de Fortaleza que, justamente nesse período de forte turismo, trabalham redobrado e, portanto, deveriam receber da prefeitura, além de salários dignos, mais respeito e consideração. AGORA É CONSTRUIR A GREVE GERAL NA PREFEITURA !


A INTERSINDICAL repudia a postura da prefeita petista, Luizianne Lins, que além de não querer dialogar com as lideranças do movimento, ameaça com demissões dos trabalhadores em greve. Além disso, tenta criminalizar a luta legítima dos trabalhadores, recorrendo à justiça para impor multas aos sindicatos e julgar a greve ilegal. É a conhecida truculência dos governos que não têm compromisso com a população e preferem o caminho da ameaça e da repressão, a exemplo dos governos tucanos e de seu próprio colega de partido, Jaques Vagner (BA).


A INTERSINDICAL se solidariza com os trabalhadores em greve, e com o combativo Sindifort e exige a abertura imediata das negociações e o atendimento das reivindicações dos trabalhadores. Nenhuma punição aos que lutam. Lutar não é crime. Lutar é um direito!

INTERSINDICAL

Liminar suspende demissão de dez servidores públicos em Fortaleza

Mais trabalhadores poderiam ter sido demitidos

O número de trabalhadores demitidos pela gestão comandada pela ex-líder estudantil, prefeita Luizianne Lins, do PT, poderia sido ainda maior. Isso porque, já a nota oficial da prefeitura sobre o tema deixava claro que esta seria apenas a “primeira lista de exonerados da AMC”. De acordo com informações divulgadas pelos jornais de Fortaleza, outros noventa e três servidores participantes da greve estavam ameaçados.

Atitude ditatorial

Em nota, o Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindfort) afirmou que as “Demissões na AMC são práticas dignas da ditadura militar”. Já o vereador João Alfredo (PSOL) considerou o “ato vil, cruel, covarde e fascista. A ironia é que ele foi perpetrado pela prefeita Luizianne Lins, do PT, partido que tem como líder um homem que foi preso e processado pela Lei de Segurança Nacional por ter liderado as greves no ABC paulista, ainda durante a Ditadura Militar.”.
Mais informação acesse:

The World Cup No One Sees (A Copa do Mundo Ninguém vê)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

CRESS-SP Carta Aberta aos Assistentes Sociais - pela garantia dos princípios éticos em situações de despejos forçados.

Campinas, 17 de janeiro de 2012.


A Seccional-Campinas (Gestão AtitudeSS: radicalizar na defesa dos direitos humanos para avançar na democracia) vem por meio deste, divulgar o que segue:


Carta Aberta aos Assistentes Sociais

Como garantir os princípios do nosso Código de Ética, no cotidiano profissional, principalmente em situações de despejos forçados.

Sempre esteve presente para a categoria dos profissionais de Serviço Social um enorme desafio: operar as políticas sociais com uma postura critica, comprometida com os setores populares e com a defesa dos direitos humanos, solidário às lutas sociais para aprofundamento da democracia e em favor da equidade, da justiça social e da universalização de acesso a bens e serviços, esses são alguns dos princípios contidos no nosso código de ética. Atualmente, a esse desafio estrutural se conjuga outro de natureza conjuntural: a necessidade de nos posicionar aberta e firmemente contra a violação ao direito à moradia e à cidade, que vem afligindo milhares de famílias moradoras de assentamentos precários, porém consolidados, e que estão sofrendo processos de desalojamento compulsório em função das mais diversas intervenções urbanas, por parte do poder público e de particulares, a exemplo: grandes obras viárias, operações urbanas, obras de saneamento ou recuperação ambiental, como também a defesa da propriedade privada.
· Considerando que nossa categoria tem sido historicamente chamada a operar as ações de remoção;
· Considerando a necessidade de esclarecer as possíveis distinções que se afiguram entre as diretrizes da política habitacional que operamos e nosso projeto ético político profissional;
· Considerando a urgência de declarar nossa absoluta solidariedade às famílias que tem sofrido violações de direitos,
O Conselho Estadual de Serviço Social de São Paulo vem a público para se posicionar e orientar os profissionais quanto a forma de enfrentar essas situações de desalojamento compulsório de famílias, baseando-se para tal nos princípios do nosso Código de Ética Profissional e nos “Princípios Básicos e Orientações para casos de ameaça de despejos”, elaborado pela Relatoria Especial para Moradia Adequada da Organização das Nações Unidas- ONU.
1. A comunidade que será atingida deve ter tempo e condições de participar de todo o processo de discussão quanto à necessidade da obra, da elaboração dos projetos e das propostas de remoções, de tal modo que possam ser minimizados os impactos sobre as condições de convivência e subsistência das famílias.
2. Os profissionais de Serviço Social envolvidos na tarefa de informar e mobilizar a população para essa participação deve exigir o acesso ao processo de planejamento das ações relacionadas à obra e ao conjunto de informações e instrumentos necessários para viabilizar a efetiva comunicação á população moradora. O não acesso deve ser denunciado ao Ministério Público Estadual e Federal e Defensoria Pública.
3. Todos têm o direito de saber por que terão que sair, para onde e quando vão e como será a mudança. Todas estas informações têm que estar facilmente acessíveiscom bastante antecedência. A remoção não pode resultar em pessoas ou comunidades desabrigadas! Os assistentes sociais deverão reforçar os processos de cobrança ao poder público da disponibilização dessas informações e das alternativas habitacionais adequadas.
4. Realizada a obra, a melhor alternativa é que todos voltem para a terra ou a casa em que estavam antes do projeto. Se isto for impossível, deve haver acordosobre o local e o modo como se dará o reassentamento.
Os profissionais de Serviço Social devem necessariamente esclarecer a população moradora em relação a esses direitos:
1-Antes, durante e depois da remoção, todos devem ter garantidas boas condições de acesso à http://www.cress-sp.org.br/agenda/agenda-do-cress-sp/264-carta-aberta-aos-assistentes-sociais-pela-garantia-dos-principios-eticos-em-situacoes-de-despejos-forcados.html#" style="vertical-align:baseline;outline-width:initial;outline-style:none;outline-color:initial;padding-top:0px;padding-right:0px;padding-bottom:0px;padding-left:0px;margin-top:0px;margin-right:0px;margin-bottom:0px;margin-left:0px;border-top-width:0px;border-right-width:0px;border-bottom-width:0px;border-left-width:0px;border-style:initial;border-color:initial;color:rgb(117,161,4)" target="_blank">saúde, educação, trabalho e outros. Mulheres e grupos em situação vulnerável (idosos, crianças, pessoas em tratamento de saúde, pessoas com deficiência) têm proteção especial da lei e devem sempre receber cuidados especiais.
2-Pessoas ou famílias que não forem reassentadas têm que ser recompensadas de maneira justa, levando em conta as perdas em relação a terra ou à casa, e também em relação à garantia de subsistência. Esta compensação deve permitir uma nova moradia adequada.da
3-Como profissionais comprometidos com ao direito à moradia e à cidade, não vamos apoiar qualquer forma de violência ou intimidação antes, durante ou depois da remoção.
4-Quando não for possível viabilizar o conjunto de informações e o respeito aos direitos acima elencados, devemos reforçar os processos de denúncia junto as entidades de direitos humanos, Ministérios Público Estadual e Federal e Defensoria Pública, em parceria com os movimentos organizados e demais entidades comprometidas com a luta pelo direito à moradia e à cidade, através do conjunto CFESS/CRESS.
Compreendemos que a mobilização coletiva que vem se estruturando nas nossas entidades de categoria precisa ser reforçada, através das varias estratégias que construímos, aqui mais especificamente no CRESS-SP, como núcleo de desenvolvimento urbano direito a cidade, dos seminários, encontros estaduais e regionais, de artigos no jornal, como Conselho da Habitação em São Paulo, no fórum de reforma urbana, entre tantos outros espaços ocupados por nós assistentes sociais, pois não poderemos combater as violações de direito individualmente, o que seria uma prática voluntarista, com fortes traços messiânicos. Esses tipos de postura vêm sendo combatido historicamente no decorrer do desenvolvimento da nossa profissão.
A efetivação de direitos só ocorrerá politicamente, pela pressão coletiva e, nesse sentido, além da nossa organização como categoria torna-se imprescindível a união a outros atores coletivos e a contribuição do nosso conhecimento técnico na definição das pautas e agenda de luta dos trabalhadores.
Gestão Ampliações: Unindo Forças e Avançando na Luta

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

3° Recital de Janeiro Lenitivo

O Programa Música e Poesia e o lenitivocultural. blogspot.com convidam todos e todas para o 3° Recital de Janeiro que ocorrerá no dia 28/01/2012, 19h30minh, no Espaço Verde na quarta etapa do Conjunto Ceará, Av C, 902. O Recital contará com a musicalidade de Paulo Branco, a teatralidade do Poeta Brasil, o poemar de Daniel Poesio, a juventude da Banda Subproduto do Rock, o internacionalismo de Técio Nunes Salgado e dos Poetas do Movimento Livre, o anticapitalismo de Angeline Carolino e Carlos Alberto Ribeiro com a companhia e conivência dos membros do Caep, a amizade de Franklin Silva e sua leal irmã Milena Vanessa, a ternura de Soraia Falcão, a literalidade de Wesclei Ribeiro, a vivacidade crítica de Aldo Filho, a filosofia do Poeta e educador Nemésio, a teologia poética de Jonas Serafim, a esperança despedaçada de Razek Seravhat, a firmeza do maestro Geraldo, o Caminhar socialista de Alexandre Uchoa e de sua parceira Janaina e os brincantes da Rosa Vermelha, a intermitente ironia do advogado Walber Nogueira, a alegria do garoto Tales e a seriedade de sua mãe Dalva, a simpatia do casal Zenir e Rock e o ideal de Cleidelene... O Evento contará também com o silêncio dos que partiram e com a saudade dos que não irão, para apresentar o evento a versatilidade de Luênia Aderaldo e a "des” construção de Joatan Freitas e para o encerramento a contundência da Banda Prepúcio e do poeta Jonantan Mendonça, do grande Poeta Renan, e a significativa presença da atriz Simone Souza, da Poetisa Lane Lima e do aflorar argiloso de Adelita Monteiro e sua mãe Vilame, bem como do eminente fervilhar do educador e eterno educando, o radialista Djacir Souza, a doçura intrigante de Lua Sonhadora e obviamente, terá também, a presença de todos e todas que esquecemos nesta mensagem.


Apoio:

Soverteria Beijo Doce
Sabor Doces e Salgados
Banca Santo Antônio na Praça da Granja Portugal.
MVS Projetos
Segundo Produções e Filmagens
Espalhafatos e CAEP
Mandato Ecos da Cidade
Programa Música e Poesia
Churrascaria e Pizzaria O Mestre Ton
Templo da Poesia
Movimento Livre
lenitivocultural.blogspot.com
FM Comunitária João XXIII

Programação:

19:30h Abertura com Luênia Aderaldo e Joatan Freitas
19: 40h Rock L’aventura (a confirmar) e Subproduto do Rock
19:55 Poeta Rouxinol do Nordeste
20:05h Poeta Antonio Caetano
20:15h Componentes do Lenitivo
20:45h Poeta Brasil
21:00h Paulo Branco e Soraia Falcão
21:30h Banda Prepúcio
21:55h Encerramento com Luênia Aderaldo e Joatan Freitas


Equipe do Lenitivo
Organização: Razek Seravhat

O prazo para inscrições de trabalhos no VII Colóquio Internacional Marx Engels foi prorrogado para até dia 29 de fevereiro de 2012.

O Colóquio Internacional Marx e Engels acolhe, fundamentalmente, dois tipos de comunicações: as que tomam a teoria marxista como objeto de pesquisa, seja para analisar essa teoria, criticá-la ou desenvolvê-la, e as que utilizam o aparato conceitual do marxismo em pesquisas empíricas ou teóricas que se enquadrem nos Grupos Temáticos do evento. Podem participar estudantes de graduação, mestrado, doutorado, professores. E também é possível se inscrever como ouvinte.

Para se inscrever: www.ifch.unicamp.br/cemarx


Cemarx - Unicamp


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Massacre de Pinheirinho: A verdade não mora ao lado

" Este vídeo revela os jogos de interesses na expulsão dos 9.000 moradores da ocupação Pinheirinho, de 8 anos, em São José dos Campos. Traz, também, imagens do dia da desocupação (22/01) e depoimentos sobre a truculência policial. "
Camaradas, vale apena ver e divulgar este vídeo, produzido por comunicadores populares, claro, já que, o jornalismo comercial, não pode ser imparcial e por isso tem limite, ou seja, censura da divulgação da verdade.